Tal como se esperava, o FC Porto entrou a matar, mas por vezes ultrapassando os limites da agressividade chegando mesmo a recorrer ao jogo violento perante a complacência do árbitro. Depois o gás começou a faltar e daí para a frente o Sporting controlou o jogo terminando a 1ª parte com mais de 60% de posse de bola.
Na 2ª parte, seja por estratégia, por falta de força ou, simplesmente, por mérito do FC Porto que conseguiu empurrar o Sporting lá para trás, o jogo passou a disputar-se só num meio-campo.
Para não variar, as substituições tardaram, embora com a atenuante de Rui Borges ter sido obrigado a gastar dois tempos devido às lesões de Gonçalo Inácio e de Morten Hjulmand.
No fim, quando o FC Porto já arriscava tudo, Luís Guilherme desperdiçou uma oportunidade completamente isolado, mas outras poderiam ter sido criadas se houvesse algum discernimento a sair para o contra-ataque.
É verdade que o Sporting voltou a estar muito bem defensivamente, mas quem joga para o empate arrisca-se a perder e no último fôlego do jogo tudo poderia ter ido por água abaixo, mas desta vez Rui Silva e os deuses da bola evitaram mais uma injustiça.
É caso para dizer que sobrevivemos à chacina, mas com muitos feridos e ao que parece um morto, que engrossaram a já longa lista dos lesionados, mas, por incrível que pareça, no fim quem se queixou foi o topo giggio.
Agora resta sarar as feridas para defender o 2º lugar, porque ainda falta um mês para o Jamor.

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