Rui Borges voltou a ser obrigado a jogar com o que tem e desta vez deu a titularidade a Luís Guilherme, que formou com Iván Fresneda uma ala esquerda que tinha dois jogadores habituados a jogar do lado contrário.
O resultado foi uma equipa coxa, salva pela inspiração do regressado Geny Catamo que fez dois golos de rajada, numa altura em que era evidente a desinspiração geral, num jogo em que não se podia exigir uma grande exibição, mas no qual, mesmo assim, se esperava mais do que um futebol muito pastoso, perante um Casa Pia a estrear um novo treinador e que apesar disso conseguiu equilibrar as operações durante quase toda a 1ª parte.
Depois do intervalo o Sporting melhorou, pois teve mais espaço e tranquilidade e jogou mais depressa, mas mesmo assim Alvalade só despertou para aplaudir o regresso de Daniel Bragança, que tal como Geny Catamo, teve direito à festa do golo. Só faltou que Zeno Debast tivesse acertado na baliza, naquele belo remate que quase dava o 4-0.
Esperemos que estes sejam bons presságios para outros regressos de que a equipa tanto precisa, se possível a tempo dos decisivos jogos de San Mamés e do Dragão, sendo que pelo caminho não há desculpas nem espaço para dar baldas nos jogos com Arouca, Nacional e AFS.
Depois disso sim, será tempo de fazer novas contas à vida.

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