O Sporting ganhou por 3-0 ao modesto Marinhense, num jogo em que Rui Borges aproveitou para rodar os jogadores menos utilizados e poupar os titulares para o importante confronto de 4ª feira frente ao FC Brugge.
Não há pois muito a dizer sobre um jogo de sentido único, a não ser que os miúdos que foram titulares aproveitaram a oportunidade para marcar pontos, numa altura em que pode haver mais espaço para entrarem na equipa, embora tenha faltado o tal golinho a Rodrigo Ribeiro, enquanto Salvador Blopa, que desta vez não marcou (esteve quase), mas assistiu e foi uma locomotiva naquele lado direito.
Pelo contrário jogadores como Georgios Vagiannidis, Ricardo Mangas e Giorgi Kochorashvili, apenas mostraram porque é que não são titulares.
Mas o que mais me agradou neste jogo foi perceber que apesar das muitas mudanças feitas, a equipa foi séria e manteve a sua identidade bem vincada, mesmo com a já tradicional falta de eficácia no momento do remate.
Isto significa que temos um treinador que consegue pôr a equipa a jogar o seu futebol, mesmo que nas conferências de imprensa não seja especial. Aí o outro leva 10 pontos de avanço, apesar de dizer coisas como "o melhor é acabar com o VAR" ou "se pudesse tinha feito 9 substituições" e todos batem palmas. É tal história do "cair em graça em vez de ser engraçado".

Boca santa!
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